Ah, as terríveis dúvidas
Wed, May. 28th (2008) | 02:10 am
Estou tendo terríveis dúvidas em relação ao meu futuro como profissional. Nada que faço me satisfaz, e, nesse ano de hiato educacional no qual me encontro, estou me sentindo o pior dos designers. Não consigo ter motivação suficiente para correr atrás de um estágio ou muito menos de freelas para não ficar enferrujado.
Acho que meu destino deve ser a gastronomia mesmo.
Ocorre muito isso com vocês?
Acho que meu destino deve ser a gastronomia mesmo.
Ocorre muito isso com vocês?
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Sinestesias
Sat, Mar. 29th (2008) | 11:23 am
Música: Nara Leão e Maria Bethânia - "Minha embaixada chegou"
Você já comeu algum prato que te lembrasse alguma música? Alguma feijoada tão boa que te lembrou "Quando o carnaval chegar", do mestre Chico, ou alguma pizza que, inexplicavelmente, te lembrou aquela música que a tempos não ouvia dos Raimundos? Se não, pode parar por aqui, que esse texto pode não fazer nenhum sentido para você.
Quem me conhece bem sabe que tenho uma relação de amor, carinho e, porque não, de tesão com a gastronomia, e que por vez ou outra dou algum surto de querer saborear ou fazer alguma comida inesquecível. Pois bem, num desses dias de ócio, viajando por blogs gastronômicos, me lembrei duma dessas sinestesias estranhas e inexplicáveis que tive no início de 2006, em Cabo Frio. Me lembro como se fosse ontem.
Estava num dos lugares que mais gosto daquela cidade, o "Canal", uma espécie de Boulevard temático com alguns restaurantes, barzinhos e afins, à beira de um canal que corta a cidade, tudo com motivos portuários, bem bacana... O restaurante no qual comi se chamava "O Tubarão", ou algo do tipo, e suas especialidades, como era de se esperar, eram peixes e frutos do mar. Também foi lá que saboreei uma das melhores limonadas suíças que já bebi na vida!
Lá comi um prato realmente inesquecível. Camarões ao molho de Catupiry e ervas, servidos numa metade de abacaxi. Uma delícia. Assim que dei uma garfada, tive uma vontade louca de cantar "D'yer M'aker", do Led Zeppelin, até hoje não sei o porquê! Talvez pela incrível sensação que a comida me deu de estar molhando os pés no mar, talvez pelo "tropicalismo" que senti ao saborear o prato, não sei. Só sei que lembrei na hora da música. E essa é uma das minhas músicas favoritas, desde moleque.
Me desculpem o post idiota, mas tinha que escrever isso. Essas sensações que me fazem cada dia amar mais a gastronomia e tudo que a envolve. E bem, devo escrever um pouco mais sobre esses assuntos "chatos" por aqui futuramente, então podem até pular esses posts desinteressantes. Não vou ficar magoado.
Quem me conhece bem sabe que tenho uma relação de amor, carinho e, porque não, de tesão com a gastronomia, e que por vez ou outra dou algum surto de querer saborear ou fazer alguma comida inesquecível. Pois bem, num desses dias de ócio, viajando por blogs gastronômicos, me lembrei duma dessas sinestesias estranhas e inexplicáveis que tive no início de 2006, em Cabo Frio. Me lembro como se fosse ontem.
Estava num dos lugares que mais gosto daquela cidade, o "Canal", uma espécie de Boulevard temático com alguns restaurantes, barzinhos e afins, à beira de um canal que corta a cidade, tudo com motivos portuários, bem bacana... O restaurante no qual comi se chamava "O Tubarão", ou algo do tipo, e suas especialidades, como era de se esperar, eram peixes e frutos do mar. Também foi lá que saboreei uma das melhores limonadas suíças que já bebi na vida!
Lá comi um prato realmente inesquecível. Camarões ao molho de Catupiry e ervas, servidos numa metade de abacaxi. Uma delícia. Assim que dei uma garfada, tive uma vontade louca de cantar "D'yer M'aker", do Led Zeppelin, até hoje não sei o porquê! Talvez pela incrível sensação que a comida me deu de estar molhando os pés no mar, talvez pelo "tropicalismo" que senti ao saborear o prato, não sei. Só sei que lembrei na hora da música. E essa é uma das minhas músicas favoritas, desde moleque.
Me desculpem o post idiota, mas tinha que escrever isso. Essas sensações que me fazem cada dia amar mais a gastronomia e tudo que a envolve. E bem, devo escrever um pouco mais sobre esses assuntos "chatos" por aqui futuramente, então podem até pular esses posts desinteressantes. Não vou ficar magoado.
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Malditos vagabundos
Thu, Mar. 27th (2008) | 11:33 am
Música: Chico Buarque - "Quando o carnaval chegar"
Estou sem idéias. Completamente zerado. Por isso resolvi recorrer à ajuda aos fracos, a.k.a. seção "Writer's block" do LiveJournal. E não é que lá tinha um assunto sobre o qual eu realmente gostaria de escrever? No caso, o tópico era "What is the most valuable thing you've ever had stolen from you?" Oras! Vou escrever então, é claro, sobre o fiadamãe que furtou minha preciosa câmera semana passada!
Com certeza ela não foi o bem mais valioso que já roubaram de mim (afinal, já tive minha dignidade afanada), mas com certeza é a que mais me doeu. Pô! Comprei com meu suado dinheirinho! Dinheiro pelo qual, por sinal, tive que passar um tempão trabalhando como escravo em uma agência (argh) publicitária para conseguir! Aí, depois de meses (10, para ser mais exato) pagando as prestações, uma pessoa qualquer passa pela rua e te retira a razão pela qual se prostituiu em todo esse tempo. Fácil assim, como se fosse uma bala de menta das quais você pega de graça nas lojas.
Tudo bem, admito, estava num dos lugares mais cheios de Belo Horizonte (Shopping Cidade). Mas, ei, espera aí! Está achando que minha mochila é um parque de diversões, com atrações do tipo "pesque e ganhe um brinde"? Minha mochila é ainda, como diria o pronome, minha, ora bolas!
Odeio esses marginais aproveitadores que acham que o mundo inteiro está a seu dispor. Vai arranjar um trabalho, estudar, sei lá, mas deixem minhas cousas em paz!
Malditos vagabundos!
Com certeza ela não foi o bem mais valioso que já roubaram de mim (afinal, já tive minha dignidade afanada), mas com certeza é a que mais me doeu. Pô! Comprei com meu suado dinheirinho! Dinheiro pelo qual, por sinal, tive que passar um tempão trabalhando como escravo em uma agência (argh) publicitária para conseguir! Aí, depois de meses (10, para ser mais exato) pagando as prestações, uma pessoa qualquer passa pela rua e te retira a razão pela qual se prostituiu em todo esse tempo. Fácil assim, como se fosse uma bala de menta das quais você pega de graça nas lojas.
Tudo bem, admito, estava num dos lugares mais cheios de Belo Horizonte (Shopping Cidade). Mas, ei, espera aí! Está achando que minha mochila é um parque de diversões, com atrações do tipo "pesque e ganhe um brinde"? Minha mochila é ainda, como diria o pronome, minha, ora bolas!
Odeio esses marginais aproveitadores que acham que o mundo inteiro está a seu dispor. Vai arranjar um trabalho, estudar, sei lá, mas deixem minhas cousas em paz!
Malditos vagabundos!
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Retomada
Fri, Mar. 21st (2008) | 11:17 am
Música: Radiohead - "Weird Fishes Arpeggi"
De junho de 2006 até hoje, março de 2008. Tanta coisa aconteceu, tanta coisa mudou. Sinto que eu mesmo mudei. Não sei se é verdade ou não, mas gosto de pensar assim. Após tanta coisa, resolvi retomar esse, que foi o blog que até hoje mais gostei de ter, apesar dos poucos textos aqui escritos.
Se o autor (eu) fosse alguém competente, faria um novo layout para esse espaço, marcando a nova era que se inicia, mas, além de incompetente, é preguiçoso o bastante para não pesquisar e aprender a criar para a web de maneira eficaz. Acredito que no decorrer dos textos vindouros dará para perceber a mudança ocorrida nesse um ano e meio de hiato, melhor até que utilizando recursos visuais (OK, reconheço a importância dessa mudança, afinal estudo Design, e ela ocorrerá fatidicamente, apenas não sei quando).
São tantos assuntos para serem discutidos, tantos caminhos a se percorrer. Vamos ver se essa é apenas uma empolgação inicial ou se realmente ocorrerá uma criação intelectual por aqui. Espero que sim.
Se o autor (eu) fosse alguém competente, faria um novo layout para esse espaço, marcando a nova era que se inicia, mas, além de incompetente, é preguiçoso o bastante para não pesquisar e aprender a criar para a web de maneira eficaz. Acredito que no decorrer dos textos vindouros dará para perceber a mudança ocorrida nesse um ano e meio de hiato, melhor até que utilizando recursos visuais (OK, reconheço a importância dessa mudança, afinal estudo Design, e ela ocorrerá fatidicamente, apenas não sei quando).
São tantos assuntos para serem discutidos, tantos caminhos a se percorrer. Vamos ver se essa é apenas uma empolgação inicial ou se realmente ocorrerá uma criação intelectual por aqui. Espero que sim.
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Cafeína
Thu, Jun. 8th (2006) | 11:20 pm
Humor: Sem sono
Música: Red Hot Chili Peppers - "Get on top"
Cá estou a tentar apaziguar os ânimos de Sue. Ela em meu colo, chorosa e apática, falando sobre suas tristezas e desventuras amorosas. Eu, sentado na beira da cama, inexpressivo, pensando em como as coisas são complicadas por demais quando se trata de amores, sexo e desilusões.
Para quê amar novamente, se é consenso que a fossa e os dias de trancafiamento fatidicamente virão? Se é por pura necessidade carnal, coitadas das prostitutas. Não, é por algo mais profundo, complexo. Há uma eterna necessidade de termos alguém para aquecer os pés durante as noites de inverno, um cobertor de orelha. Alguém que nos lembre tardes de verão numa noite congelante de junho.
Mas se há essa necessidade, porque tantos corações quebrados, tantos dias de tristeza e solidão?
Sue pede para abraçá-la. Então entendo que esses dias existem para os amigos. Para a prova das amizades verdadeiras.
Enfim viro minha concentração para a direção do filme de Woody Allen que passa na TV e o chá de camomila que fiz para nós dois. Afinal, há algo melhor que um judeu neurótico para provar uma verdadeira amizade?
Conto fictício resultado de um excesso de cafeína no sangue.
Para quê amar novamente, se é consenso que a fossa e os dias de trancafiamento fatidicamente virão? Se é por pura necessidade carnal, coitadas das prostitutas. Não, é por algo mais profundo, complexo. Há uma eterna necessidade de termos alguém para aquecer os pés durante as noites de inverno, um cobertor de orelha. Alguém que nos lembre tardes de verão numa noite congelante de junho.
Mas se há essa necessidade, porque tantos corações quebrados, tantos dias de tristeza e solidão?
Sue pede para abraçá-la. Então entendo que esses dias existem para os amigos. Para a prova das amizades verdadeiras.
Enfim viro minha concentração para a direção do filme de Woody Allen que passa na TV e o chá de camomila que fiz para nós dois. Afinal, há algo melhor que um judeu neurótico para provar uma verdadeira amizade?
Conto fictício resultado de um excesso de cafeína no sangue.
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Conhecendo mais filmes!
Thu, May. 11th (2006) | 10:57 pm
Humor: extasiado e frustrado
Música: Toquinho e Vinícius - "Deixa acontecer"
Estou desapontado. Chego em casa após a aula de processo de criação, minha favorita, louco para comprar o filme que o Flávio passou na sala, O fabuloso destino de Amélie Poulain (maravilhoso, por sinal), mas não consigo encontrar nenhum site em que o DVD estivesse a venda.
Esta é a primeira vez, em toda minha vida, que eu realmente quero ter um filme para assistir mais de uma vez, e ainda mais, milhões de vezes! Então, para quebrar o empolgamento, descubro que a distribuidora não produz mais cópias do filme. Que Frustrante.
Nunca me ocorreu de gostar tanto assim de outro filme. É uma sensação incrível! Os pêlos do meu braço estão arrepiados até agora de tanta emoção! E a trilha sonora! Ah, a trilha sonora... Saí da sala em estado de êxtase. Foi espetacular. Um momento único, eu diria. Só entende quem já viu.
Incrível como um filme pode mexer tanto com a gente... É como o Flávio bem disse: "você assiste a vários filmes e depois de cada um, com certeza, será outra pessoa". Ninguém poderia dizer algo mais verdadeiro.
Pena que não há mais cópias a venda. Pena mesmo.

Esta é a primeira vez, em toda minha vida, que eu realmente quero ter um filme para assistir mais de uma vez, e ainda mais, milhões de vezes! Então, para quebrar o empolgamento, descubro que a distribuidora não produz mais cópias do filme. Que Frustrante.
Nunca me ocorreu de gostar tanto assim de outro filme. É uma sensação incrível! Os pêlos do meu braço estão arrepiados até agora de tanta emoção! E a trilha sonora! Ah, a trilha sonora... Saí da sala em estado de êxtase. Foi espetacular. Um momento único, eu diria. Só entende quem já viu.
Incrível como um filme pode mexer tanto com a gente... É como o Flávio bem disse: "você assiste a vários filmes e depois de cada um, com certeza, será outra pessoa". Ninguém poderia dizer algo mais verdadeiro.
Pena que não há mais cópias a venda. Pena mesmo.

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A janela da alma
Thu, May. 4th (2006) | 11:32 pm
Música: Audioslave - "I am the highway"

O mundo que vejo é o real? Ou será que o vejo como quero, ou como posso ver?
Sei que é um pensamento intrincado, e confuso na hora de transmitir em palavras, mas tentarei representá-lo da maneira como me vem à mente.
O documentário "A janela da alma" trata exatamente dessa questão (a dos múltiplos olhares sobre o mesmo objeto, quer dizer). Nunca saberemos como realmente as coisas são. Você vê o que lhe é permitido por suas limitações físicas, mentais ou afetivas. Um cego vê o mundo como seu corpo lhe permite, assim como um estrábico. A pessoa apaixonada vê o amado como a paixão lhe permite (É como dizem, o amor é cego. Ou será que não?).
Enfim, cada pessoa possui uma percepção de mundo diferente e não existe uma visão certa, errada, melhor ou pior em relação às outras.
O que me leva a esse interesse cada vez maior para a área do cinema. Registrar meu olhar sobre os assuntos, mostrar aos outros como vejo o mundo e (por que não?) como o mundo me vê. E até chegar a um ponto que posso rever os filmes hipoteticamente feitos por mim e perceber como o meu olhar foi mudando através dos anos.
Finalmente acho que posso afirmar que estou na área certa para mim.
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Do you know what I was put here in the world for?
Fri, Apr. 28th (2006) | 12:31 am
Localização: meu quarto, de luzes apagadas
Humor: triste
Música: Kaiser Chiefs - "Modern way"
Estive pensando numa coisa... Graças a algumas normas fúteis que a sociedade tenta impor sobre a população, as pessoas hoje têm vergonha de se sentirem tristes, como se fosse um pecado. Como se existissem incontáveis motivos para a felicidade. Bem, realmente existem, mas creio que chorar tem um enorme importância. Lava a alma. Assim como faz bem se sentir no topo do mundo, também faz bem sentir as mágoas, até para melhor refletir sobre o que está certo e errado.
Não é um crime ser emo de vez em quando.
Não é um crime ser emo de vez em quando.
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Detetive Pil, muito prazer.
Wed, Apr. 26th (2006) | 12:21 pm
Localização: QG PIL
Humor: preguiçoso
Música: PJ Harvey - "The sky lit up"
Ontem um amigo disse que eu deveria ser detetive. Sarcasticamente. Mas como sou egocêntrico o bastante, pouco me lixei para a parte do sarcasmo e me concentrei na parte de ser um detetive. E depois de muito pensar cheguei à conclusão de que eu seria um excelente, senão o melhor, detetive que o mundo já viu, graças às horas em frente da TV assistindo CSI, inspetor bugiganga, filmes do 007 e lendo quadrinhos do Batman e de Alias. Olhe só: já tenho um enorme repertório de crimes resolvidos, de diversas maneiras de abordagem (através da ciência e seus exames de DNA, ou de um corpo cheio de parafernalhas eletrônicas e uma sobrinha perspicaz, ou de um terno branco que já chuta bundas por si só, ou de uma fantasia de morcego metendo medo nos bandidos e conseguindo informação por meio de muita violência gratuita, ou então sendo uma ex-heroína dona de uma agência particular de detetives), tudo que me falta então é um distintivo fodão ou uma fantasia de carnaval!
Seria a coisa mais legal do mundo!
Agora imagine se eu fosse um detetive e dono de um país da África meridional! Isso seria como chutar a bunda do Chuck Norris e ele ainda te chamar para tomar uma cerva! OK, nem tanto... Ninguém jamais conseguiu e jamais conseguirá chutar a bunda do Mr. Norris. Mas seria algo bem perto então, como conseguir vencê-lo no Mortal Kombat, mesmo que ele estivesse deixando ganhar...
Mudando de assunto completamente, porque não existem super-heróis que são magros? Todos, sem excessão parecem touros viciados em adrenalina, mesmo os que nunca precisam de força bruta são brutamontes, mesmo tendo mais 80 anos, como o Magneto... Isso me intriga demais.
Seria a coisa mais legal do mundo!
Agora imagine se eu fosse um detetive e dono de um país da África meridional! Isso seria como chutar a bunda do Chuck Norris e ele ainda te chamar para tomar uma cerva! OK, nem tanto... Ninguém jamais conseguiu e jamais conseguirá chutar a bunda do Mr. Norris. Mas seria algo bem perto então, como conseguir vencê-lo no Mortal Kombat, mesmo que ele estivesse deixando ganhar...
Mudando de assunto completamente, porque não existem super-heróis que são magros? Todos, sem excessão parecem touros viciados em adrenalina, mesmo os que nunca precisam de força bruta são brutamontes, mesmo tendo mais 80 anos, como o Magneto... Isso me intriga demais.
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Eu sou um nerd assumido. E você?
Sat, Apr. 22nd (2006) | 01:38 am
Localização: Entre cá e lá. Talvez acolá.
Humor: indignado
Música: Yeah Yeah Yeahs - "Black tongue"
Nerd: uma pessoa tola ou contemplativa que não possui habilidades sociais ou é entediantemente estudiosa. (Dicionário do iMac)
Que merda! Nem um nerd (vocês vão me desculpar, mas quem tem saco o suficiente para fazer um dicionário virtual tem que ser a pessoa mais nerd do mundo) sabe como definir um semelhante! Nessa conceituação nem existe uma citação dizendo que nerds gostam de coisas que fogem dos padrões, como video-games, quadrinhos, música Indie e filmes B.
Pouquíssimos gostam de estudar, e esses são os cus-de-ferro (vulgos cdf's).
Até concordo com a parte que diz que é uma pessoa contemplativa que não possui habilidades sociais, afinal eles passam mais tempo imaginando os seios da Jessica Alba que bolando estratégias de como conquistar a garota popular, mas dizer que são tolos ou entediantemente estudiosos é mentira! Sou um genuíno exemplar da espécie Brasileirus nerdis e sou mais burro que uma porta! A última vez que estudei foi quando peguei para ler o livro do RPG Changelling! E eu sequer cheguei a terminar de lê-lo!
Que blasfêmia!
Todos nerds do Mundo deveriam assumir de vez sua nerditude e parar com essa veadagem! Então, você é um verdadeiro Brasileirus nerdis ou é apenas mais um na multidão?
Que merda! Nem um nerd (vocês vão me desculpar, mas quem tem saco o suficiente para fazer um dicionário virtual tem que ser a pessoa mais nerd do mundo) sabe como definir um semelhante! Nessa conceituação nem existe uma citação dizendo que nerds gostam de coisas que fogem dos padrões, como video-games, quadrinhos, música Indie e filmes B.
Pouquíssimos gostam de estudar, e esses são os cus-de-ferro (vulgos cdf's).
Até concordo com a parte que diz que é uma pessoa contemplativa que não possui habilidades sociais, afinal eles passam mais tempo imaginando os seios da Jessica Alba que bolando estratégias de como conquistar a garota popular, mas dizer que são tolos ou entediantemente estudiosos é mentira! Sou um genuíno exemplar da espécie Brasileirus nerdis e sou mais burro que uma porta! A última vez que estudei foi quando peguei para ler o livro do RPG Changelling! E eu sequer cheguei a terminar de lê-lo!
Que blasfêmia!
Todos nerds do Mundo deveriam assumir de vez sua nerditude e parar com essa veadagem! Então, você é um verdadeiro Brasileirus nerdis ou é apenas mais um na multidão?